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TORRES NOVAS: MINISTRO DA EDUCAÇÃO INAUGUROU CENTRO ESCOLAR DE SANTA MARIA


O Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, esteve ontem, 22 de junho, em Torres Novas para inaugurar a 1.ª fase das obras de remodelação e ampliação do Centro Escolar de Santa Maria que visaram maximizar as condições de conforto, bem-estar, higiene e segurança. Este é um centro escolar modernizado e adequado às novas necessidades, totalmente adaptado a pessoas com problemas de mobilidade, ambientalmente sustentável e energeticamente eficiente, com uma capacidade máxima de quase 500 alunos, ultrapassando o custo da empreitada os dois milhões de euros.

O presidente da Câmara, Pedro Ferreira, sublinhou a aposta do município numa rede escolar de excelência para a qual tem contribuído o bom entendimento que sempre existiu com o Ministério da Educação. Recorde-se que, paralelemente à resposta ao cenário pandémico, o município assumiu a totalidade das transferências de competências em matéria de Educação que vieram acrescer às constantes no contrato de execução, nomeadamente a titularidade das duas escolas secundárias (ESAG e ESML), o pessoal não docente da ESML, o transporte escolar de alunos com necessidades educativas especiais e o fornecimento de leite escolar, entre outras.


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O ministro destacou o ambiente feliz que pôde testemunhar durante a visita às novas instalações do CE Santa Maria, que denota que o projeto educativo daquela comunidade escolar (alunos, professores e auxiliares) é produtivo e todos levarão dali grandes conhecimentos e ensinamentos.

A comitiva visitou de seguida as obras em curso na Escola Secundária Maria Lamas, que foi alvo de uma intervenção profunda ao nível dos balneários, da zona de cozinha e refeitório, do edifício do ginásio, incluindo ainda a requalificação dos campos desportivos exteriores, com regularização do piso, criação de bancadas e cobertura para permitir a prática desportiva em condições meteorológicas mais adversas. Houve também uma reorganização do laboratório e de salas de informática, bem como a criação de mais instalações sanitárias, bem como a adaptação dos edifícios às normas legais, nomeadamente no que se refere a mecanismos de proteção contra incêndios, bem como à componente térmica, redes elétrica, de gás e de água e saneamento. Estes trabalhos tiveram um custo de perto de 1 milhão e 600 mil euros.


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