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ROTA DAS ÍNDIAS


Artigo de Opinião de Carlos Neto (Autarca de Rio Maior)

Às “mãos do Manuel” aprendi: a dizer obrigado; se faz favor; a ouvir; a calar; a respeitar histórias de vida que fazem de mim quem sou. Às “mãos do Manuel” aprendi o sentido do carinho, da palmada, do trabalho e da justiça social.

Hoje, dia 13 de setembro um domingo, fui trabalhar, sim, também EU uma minoria!!! Todavia só me foi possível descansar às 03h00 da madrugada.

Fico assim chocado, revoltado e completamente insurgente contra um grande grupo de imigrantes desrespeitadores do espaço público (jardim e outros) onde a violência entre pares (por enquanto) o álcool, o barulho, a higiene ou falta dela, ultrapassa todos os limites aceitáveis para uma comunidade que é acolhida em Rio Maior de braços abertos no mercado de trabalho, habitação, educação e sociedade em geral


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Às “mãos” do cidadão comum do meu concelho podia vir parar uma vassoura, uma moca, uma caneta... TUDO o que fosse necessário para honrar o RESPEITO pelo OUTRO.

Por favor, sejam agradecidos pelos riomaiorenses, pelos portugueses e por Portugal. Obrigado!

Em nota de rodapé, não posso deixar de referir que a soberba e a falta de carácter fazem com que no mercado de arrendamento em Rio Maior uma família comum não consiga alugar um apartamento pois os mesmos estão destinados a ser ocupados por grupos mais numerosos de imigrantes, é que assim os rácios de rentabilidade são exponencialmente mais elevados.

Carlos Neto (Autarca de Rio Maior)


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Periodicidade: Diária

10/1/2020

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