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Periodicidade: Diária

1/27/2023

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PSD DE RIO MAIOR LAMENTA QUE VEREADOR DO PS UTILIZE JORNAL PARA SE PROMOVER


“De vereador a repórter, de jornal respeitado a panfleto eleitoral”, escrevem os sociais democratas em comunicado, referindo-se ao Vereador Miguel Paulo e ao jornal Região de Rio Maior

A Concelhia de Rio Maior do Partido Social Democrata, liderada por Filipe Santana Dias, atual Presidente da Câmara Municipal de Rio Maior, emitiu hoje um comunicado insurgindo-se contra o Vereador socialista na Câmara Municipal, Miguel Paulo, proprietário há pouco mais de um ano do prestigiado jornal Região de Rio Maior, por algumas notícias divulgadas por este órgão de comunicação social, que no entender dos sociais democratas em nada correspondem à verdade, bem como diversas publicações feitas para sua promoção e do partido.

O Comércio & Notícias transcreve abaixo na íntegra o comunicado emitido pelo PSD de Rio Maior:

11. O jornalista deve recusar funções, tarefas e benefícios suscetíveis de comprometer o seu estatuto de independência e a sua integridade profissional. O jornalista não deve valer-se da sua condição profissional para noticiar assuntos em que tenha interesse.

Código Deontológico dos Jornalistas

O trabalho dos órgãos de comunicação social é, sem dúvida, essencial no acesso da generalidade das pessoas à informação. Sem o trabalho excecional daqueles que são os profissionais do setor, os jornalistas, muita da informação essencial à compreensão da atualidade, ficaria reservada a alguns, limitando a compreensão e consequente opinião de muitos mais.

Em Rio Maior, entre outros excelentes profissionais, destacamos o trabalho do saudoso Carlos Manuel que, durante décadas a fio e com grande sacrifício pessoal, coordenou e desenvolveu aquela que foi, na história recente do Concelho de Rio Maior, a publicação noticiosa mais lida e respeitada.

Infelizmente, com o desaparecimento de Carlos Manuel, houve quem adquirisse o Jornal “Região de Rio Maior”, com objetivos claramente afastados daqueles que originalmente o motivaram, transformando aquele que era um respeitado jornal local e regional, num paupérrimo pasquim, suporte de uma promoção individual encapotada. Lamentamos o duplo desrespeito, quer pelo jornal em si, quer pelo jornalismo de uma forma geral.



Temos assistido a vários exemplos destas “menos boas” práticas jornaleiras, como a promoção das manobras de folclore dos vereadores do Partido Socialista da Câmara de Rio Maior, abordando e tentando chamar a si, diversos assuntos já discutidos em Reunião de Câmara, liderados obviamente pela maioria que lidera o Município, numa tentativa clara e desesperada de tentar conquistar um eleitorado que, nas últimas eleições, manifestou claramente o caminho que queria seguir, garantindo ao candidato – agora vereador, Miguel Paulo, uma das maiores derrotas de sempre do Partido Socialista em Rio Maior.

Como exemplo último destas notícias “enjeitadas”, escreve-se neste (atualmente) pasquim, que o orçamento do Município de Rio Maior, foi aprovado por maioria com abstenção do PS, voto contra do eleito pela CDU e com os votos favoráveis da Coligação e do Presidente (independente) da União de Freguesias de Azambujeira e Malaqueijo. Por esquecimento, ou talvez não, o “jornalista” não reparou que os Presidentes de Junta de Freguesia eleitos pelo Partido Socialista, votaram favoravelmente o documento, manifestando confiança no trabalho desenvolvido em conjunto por todas as autarquias do concelho. Curioso não?

Diz-se ainda que o Vice-Presidente da Câmara terá respondido a questões levantadas por um munícipe, quando este permaneceu em silêncio, não tendo sido necessária a sua intervenção. Seguramente outra desatenção do “jornalista” presente na sala.

O mais curioso de tudo isto, é que nesta sessão de Assembleia Municipal, não existia absolutamente nenhum elemento de qualquer órgão de comunicação social presente. Terá sido alguém com outras funções e que deveria estar atento, nas suas funções, aos trabalhos da Assembleia a recolher informações para a enjeitada notícia?

Adquirir um respeitado jornal e tentar transformá-lo num panfleto eleitoral é, não só de mau gosto, como uma violação tremenda do código deontológico do jornalista.

Pelos vistos, nem só o hábito faz o monge.

Rio Maior 20 de dezembro de 2022

O PSD de Rio Maior



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