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O ASSOCIATIVISMO E O PAU DA BANDEIRA (PARTE 2)


Já uma altura partilhei uma reflexão sobre os símbolos ostentados pelos associados dos Moto Clubes. Grande parte ostenta por merecimento, outros para divulgação, muitos porque sim, porque lhes é permitido, outros porque não, já não o merecem.

Recentemente ouvi perguntar para que isso serve, para que serve uma insígnia, um bordado, autocolante ou um cartão, pode servir para envaidecimento, ostentação vazia, pode até servir para envergonhar uma comunidade. Muitas vezes o associativismo ligado às motos não é bem visto, mais ligado a notícias e filmes além-mar, de tráfico, roubo e armas.

É certo que a sociedade tendencialmente julga todos em um, a lei dos coelhos todos no mesmo saco.

Mas se há coelhos selvagens, hoje até de estimação já os vi, como tal nem os melhores juízes fazem julgamentos perfeitos, quanto mais quem nada sabe sobre associativismo sobre rodas.


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Ostento com muito orgulho o simbolismo do meu Moto Clube, das variadas formas, e como somos pessoas de bem, este simbolismo tem aberto horizontes, onde passamos somos bem-recebidos e todos pedem para voltar. Muitas vezes em determinados locais, a mim vêm ter outros amantes das duas rodas, “és deste clube? Conheces fulano, estamos a fundar uma sede, quando abrem…” etc, etc, e assim se travam grandes amizades.

Como tal, os bordados, as camisolas, os bonés, os cartões de sócio, mais que para ostentar, servem para criar amizades, abrir caminhos, a bandeira para estar no ar, precisa de ser elevada, as associações também.

O Presidente do Moto Clube de Rio Maior

Dário Marcelino


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