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MARCO RODRIGUES BRINDOU SANTARÉM COM “COPO MEIO CHEIO” NO DIA DO SEU ANIVERSÁRIO


O artista apresentou, na noite de ontem, 19 de setembro, o seu novo disco “Copo Meio Cheio” no Convento de São Francisco, em Santarém, no âmbito das Comemorações do Centenário Bernardo Santareno.

Marco Rodrigues, acompanhado por um perfeito trio de fado, apresentou para além de alguns temas de “Copo Meio Cheio”, nomeado para um Grammy Latino, muitos dos sucessos que marcaram a sua carreira, como “Homem do Saldanha”, “Rosinha dos Limões” e alguns fados tradicionais incontornáveis, como “Nem às Paredes Confesso”, “Comadre Mari’Benta”, acompanhado, por vezes pelo público.

“Copo Meio Cheio”, sucessor de “Fados do Fado”, foi um trabalho desafiante que levou o fadista a convidar uma série de compositores e letristas da música pop nacional, como Diogo Piçarra, Agir, Carlão, Capicua, Luísa Sobral, Marisa Liz e Tiago Pais Dias (Amor Electro), Guilherme Alface e João Direitinho (ÁTOA), Boss AC, Pedro da Silva Martins (Deolinda), entre outros.

«Com produção de Tiago Machado, “Copo Meio Cheio” não é um disco de fado, não é um disco de pop, é um disco de Marco Rodrigues, onde a sua identidade e a sua incrível capacidade interpretativa se encontram mais definidas do que nunca.»


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Marco Rodrigues nasceu em Amarante em 1982 e, até aos quinze anos, o que sabia sobre fado ia pouco para além do reconhecimento do nome Amália Rodrigues. Quis o destino que o fado lhe entrasse pela vida, quando se muda para Lisboa, vindo do Norte de Portugal. E toda a sua vida muda. Passa a infância e a adolescência sem qualquer ligação ao fado embora sempre em contacto com outros géneros musicais. A descoberta da música de Lisboa leva-o a concorrer à Grande Noite do Fado 1999, no Coliseu dos Recreios, que vence na categoria Sénior, apesar de só ter 16 anos. Poucos meses depois, Marco Rodrigues estreia-se como profissional no Café Luso, em Lisboa – onde permanece, até 2012, como fadista e violista residente, assumindo também a direção artística. Em 2006 lança o seu primeiro trabalho, “Fados da Tristeza Alegre”, que um ano mais tarde é distinguido com o Prémio Amália Rodrigues 2007, na categoria Revelação.

Em 2017, Marco Rodrigues regressou aos discos com “Copo Meio Cheio”, que se revelou um enorme sucesso de vendas e aplaudido pela crítica especializada. Neste álbum, Marco Rodrigues desafiou uma série de novos compositores e letristas da música pop nacional como Diogo Piçarra, Guilherme Alface e João Direitinho, dois membros dos ÁTOA que compuseram o primeiro single “Fado do Cobarde”, Carlão, Luísa Sobral, Capicua, Agir, Pedro da Silva Martins (Deolinda), Tiago Pais Dias e Marisa Liz (Amor Electro), ou Boss AC. Do disco faz parte o sucesso “O Tempo”, cujo vídeo ultrapassou as 2,6 milhões de visualizações.

Com produção de Tiago Machado, “Copo Meio Cheio” não é um disco de fado, não é um disco de pop, é um disco de Marco Rodrigues, onde a sua identidade e a sua incrível capacidade interpretativa se encontram mais definidas do que nunca.

Graças a este álbum, Marco Rodrigues voltou a pisar vários palcos internacionais, desde o Festival Caixa Fado em Benguela e Luanda (Angola), à Rússia ou Letónia.


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Periodicidade: Diária

10/30/2020

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