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Periodicidade: Diária

2/29/2024

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INAUGURADO O ÓRGÃO DE TUBOS DA IGREJA DE NOSSA SENHORA DO PÓPULO


Foi inaugurado no passado dia 26 de agosto, o órgão de tubos da Igreja de Nossa Senhora do Pópulo em Caldas da Rainha. O momento inseriu-se nas comemorações do 96º aniversário da elevação de Caldas da Rainha a cidade.

O Centro Hospitalar de Caldas da Rainha enquanto elemento integrante da comunidade local, associou-se assim a esta iniciativa, abrindo as portas da Igreja a estas comemorações e colaborando com o Município de Caldas da Rainha, na organização deste concerto.

O Centro Hospitalar diz congratular-se muito pela obra agora inaugurada que vem enriquecer a Igreja e o património à guarda deste Centro Hospitalar, criando espaço para fomentar novos projetos culturais na área da música, em particular no panorama desta tipologia de instrumentos, a nível nacional.

Têm sido várias as visitas à Igreja, por vários organistas de referência, que vêm especialmente para testar a recente recuperação, e ali encontram um instrumento que se destaca dos demais.



Trata-se de um instrumento do séc. XIX, construído por António Joaquim Fontanes, sobrinho do prestigiado mestre organeiro Joaquim António Peres Fontanes. Tem uma indicação por cima do teclado referindo o ano de construção, 1826. Existe também a informação de que foi restaurado em 1880 por Paul Le Gros. Cremos que foi nessa altura que se tentou transformar o órgão em expressivo, colocando na frente e laterais tubos de imitação em madeira que, em vez de serem sonoros, faziam parte de um sistema de janelas expressivas, mas que, dada a sua complexidade, não devem ter funcionado muito tempo.

Em meados do século, com as obras da Igreja e a colocação da escada em caracol, retirando espaço ao órgão, o instrumento foi-se degradando cada vez mais. O próprio fole do órgão estava, na altura do início deste restauro, abandonado nas instalações dos Pavilhões, no jardim. Com este restauro procurou-se voltar a levar o instrumento o mais possível ao original, tendo sido inclusivamente encontrada a cor original, que estava por baixo da tinta existente. As obras de restauro, objeto de concurso, foram assumidas pela empresa AOF, com a responsabilidade técnica do mestre organeiro António Simões (Organolusa Unip. Lda).


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