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Periodicidade: Diária

2/25/2024

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GEOTA ORGANIZA WORKSHOP NO AUDITÓRIO DA ESES



Para debater o papel dos jornalistas na defesa dos rios

Com o objetivo de debater o papel dos jornalistas na proteção e preservação dos ecossistemas, como os rios e toda a biodiversidade, o Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente (GEOTA) organizou recentemente, no Auditório da Escola Superior de Educação de Santarém (ESES), no âmbito do programa “Rios Livres”. Um evento que teve transmissão em direto online através da plataforma Zoom e foi dirigido a “jornalistas, estudantes de Comunicação Social; de Educação Ambiental e ao público em geral”.

Nuno Russo, Vereador da Câmara Municipal de Santarém (CMS), com o Pelouro da Proteção Ambiental, marcou presença no evento e aproveitou para apresentar os principais projetos do Município, promovidos pela Divisão de Ambiente e Sustentabilidade, e para se juntar ao debate de “como tornar o rio e os desafios à sua conservação e reabilitação um tema interessante e motivador, onde todos entendam os termos e os conceitos da ciência e das leis em vigor”.

Para falar do tema “Em Ação pelo Alviela”, Nuno Russo começou por agradecer ao GEOTA pela organização do workshop em Santarém, assim como a Nuno Silva, Vereador da Câmara Municipal de Alcanena, que se juntou ao debate do problema do rio Alviela. “É um gosto participar numa iniciativa como esta. Este é um bom exemplo prático do que é envolver a comunicação social parar assuntos ligados ao Ambiente, especialmente no que toca aos rios. Envolver os jornalistas com a terminologia, os conceitos, a legislação, os propósitos, os objetivos e tudo o que está relacionado com esta área. Para que a Comunicação, em particular a da Região, mas cada vez mais a Nacional, possa melhor entender, que quando é convidada para ir ao terreno, é para conhecer e passar e a mensagem para a sociedade e para a população, do que é relevante”, sublinhou.

O Vereador falou do projeto Reabilitar Troço a Troço (RTT), criado em 2022, da Ação de Remoção dos Jacintos de Água nos rios Alviela e Tejo, em 2018, a Candidatura ao Fundo Ambiental 2020-2021, para a “remoção da espécie de Jacinto-de-água no Rio Alviela”, a Candidatura ao Fundo Ambiental 2021-2022 com o “Plano para Capacitar, Combater e Controlar as espécies exóticas invasoras aquáticas”, a Candidatura ao “COMPETE 2020 REACT-EU/2021” e a Candidatura ao Fundo Ambiental 2023/2024 – Projeto INVACivdacea. Falando dos resultados conseguidos com as diversas intervenções e do envolvimento das equipas do Município, das Freguesias e das Populações locais em prol da garantia da sustentabilidade dos rios, das suas margens, da fauna e da flora, como património natural e histórico que tem que ser protegido, reabilitado e conservado.

 



Pedro Teiga, Biólogo, abriu os trabalhos com a apresentação do tema “O que é um Rio, termos e conceitos”. Seguido por Alexandra Aragão, da CEDOUA Universidade de Coimbra, que fez uma exposição sobre como “Comunicar, informar e capacitar para o exercício da cidadania fluvial”.

Nicolau Ferreira, Jornalista do Público, veio até Santarém para falar de “Jornalismo Ambiental”, área em que se especializou nos últimos anos, ao serviço do Azul do Jornal Público. O jornalista falou que acompanhou a remoção do açude no rio Alviela, que foi um dos seus primeiros trabalhos. 

Ana Catarina Miranda, do Programa Rios Livres GEOTA, apresentou o projeto “ROLLIN'RIVERS -ALVIELA”, assim como a restante equipa que integra esta missão.

O evento terminou com uma mesa-redonda, com representantes dos Órgãos de Comunicação Social de Santarém, que teve a moderação de Ana Catarina Miranda, que contou com a participação de Bernardo Emídio, do Jornal 0 Mirante, Ana Isabel Mesquita, da Tejo Radio Jornal, João Baptista, do Jornal Online Mais Ribatejo, e João Nuno Pepino, do Jornal Online Rede Regional. Um debate com o objetivo de perceber “como os media locais e regionais podem contribuir para a participação pública e na salvaguarda dos ecossistemas ribeirinhos. Como informar e sensibilizar de modo a envolver a população sobre a necessidade de agir e proteger os rios?”.

De referir que, o GEOTA é uma Organização Não-Governamental de Ambiente (ONGA) de âmbito nacional, com estatuto de Utilidade Pública. Constituiu-se legalmente em 1986, mas a sua existência enquanto grupo de reflexão e educação na área do ambiente, remonta a 1981.

O GEOTA tem como missão a defesa do ambiente e a promoção do desenvolvimento sustentável, segundo as vertentes da educação, da informação, da formação profissional, da reflexão e intervenção política, da cooperação para o desenvolvimento e da realização de ações para a resolução de problemas ambientais específicos.

“Rios Livres” é um projeto do GEOTA e tem como missão promover, proteger e restaurar os rios ibéricos em prol das pessoas e da natureza. O projeto defende rios livres e em bom estado ecológico, mobilizando os cidadãos para a proteção e valorização das paisagens, ecossistemas e populações ribeirinhas.



 

 

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