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DOÇARIA INVADIU CENTRO HISTÓRICO DE ABRANTES

Nos passados dias 25, 26 e 27 de outubro o Centro Histórico de Abrantes recebeu a 18.ª edição da Feira Nacional de Doçaria Tradicional, organizada pelo Município de Abrantes, em colaboração com a TAGUS – Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior.

Mais de três dezenas de stands carregados de doçaria tradicional, compotas, marmelada, mel e licores fizeram a delícia dos muitos visitantes, que se dirigiram à Esplanada 1º de Maio.

O local foi aprazível para todos e até uma agradável surpresa. A tenda acolheu as iguarias doces vindas de Abrantes, Constância, Sardoal, Felgueiras, Vila Real, Lamego, Amarante, Aveiro, Ovar, Tentúgal, Fundão, Alcobaça, Caldas da Rainha, Torres Novas, Ponte de Sor, Nisa, Évora, S. Pedro do Corval, Açores e da Madeira, que além de um expositor do Funchal, também contou com a estreia no continente do Curral das Freiras.

Oficinas da doçaria, animação infantil, exposições, música, desporto, teatro e performances fizeram parte desta receita, que se repete anualmente. O certame contou com o precioso contributo das escolas da região, com cursos profissionais de cozinha e pastelaria. A Escola EB 2,3/S de Mação trouxe, ao evento, sabores preparados com os seus produtos locais, ensinando a preparar cavacas de Mação recheadas com mousse de Chave Dourada, morgadinhos com papas de carolo e pudim de presunto. Já a EPDRA – Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Abrantes explorou o figo da Índia para fazer vários doces. Torta, bolo, compota e pastéis, feitos com este ingrediente, fizeram furor entre os participantes que aprenderam algumas técnicas que servem de base a outros doces.

A exposição do Palhinhas reuniu, este ano, 51 trabalhos das escolas do pré-escolar e do 1º ciclo do Ensino Básico de Abrantes. A atividade, que tem por objetivo preservar e valorizar a identidade territorial e passá-la às gerações mais novas, consistiu na apresentação da história da palha de Abrantes, num divertido concurso, em que participaram cerca de 1.000 alunos. Cada turma decorou uma caixa com uma pintura alusiva à história e à personagem emblemática. O conjunto de obras escolares foi exposto durante o certame.

De destacar nesta 18.ª edição da feira, o lançamento de inovações à doçaria tradicional por parte dos doceiros locais, como foram o caso do bombom de palha de Abrantes, a tigelada de beterraba e spirulina com redução de calorias, a tigelada de chocolate e até a tigelada de figo, um doce de figo e manga, que na forma se aproxima da iguaria do Ribatejo Interior.

As atividades desportivas foram bastante participadas. A caminhada Night Urban “Os Palhinhas” esgotou e ainda aceitou 45 participantes. Também, o passeio em BTT “Na Rota da Palha” encheu com cerca de 100 pessoas a pedalar na manhã de domingo.

A afluência de pessoas à Feira Nacional de Doçaria Tradicional foi grande, desde a abertura, às 17h, de sexta-feira, dia 25 de outubro, até ao encerramento na tarde de domingo. Nesse dia 27 de outubro, a tenda de 70 metros de comprimento, um dos maiores recintos de sempre para este evento, teve uma enchente, concentrando milhares de visitantes no recinto e filas constantes nos doceiros do certame.


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Periodicidade: Diária

8/14/2020

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