Periodicidade: Diária

9/27/2022

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CICLO SOBRE MANOEL BARBOSA PASSA PELOS AÇORES


O conceituado performer riomaiorense Manoel Barbosa vai ser destacado no próximo mês de novembro com mais um Ciclo sobre a sua atividade.

A iniciativa é do Museu de Angra do Heroísmo e do seu diretor Dr. Jorge Paulus Bruno, e contará com duas conferências/comunicações dos professores universitários Cláudia Madeira (Universidade Nova de Lisboa/FCSH, historiadora, curadora) e de Fernando Matos Oliveira (Universidade de Coimbra/FL, historiador, curador, diretor do Teatro A. Gil Vicente), sobre a sua atividade no âmbito da arte performativa, no dia 12, às 20h30.

No dia seguinte, às 17h00, tem lugar a inauguração da Exposição FEAR.EXODUS.CHAOS.NOTHING.FEAR , com 17 desenhos de grandes dimensões (os mais pequenos com 65x80 cm. e o maior com 90x300 cm.), criados por Manoel Barbosa entre abril de 2020 e setembro deste ano em Lisboa, Nova Iorque, Gstaad, Como e Sintra, pertencentes ao artista e a colecionadores de quatro países. São, segundo o autor, "não objetivamente sobre, mas feitos durante e inevitavelmente também a pensar na pandemia, com ressonâncias evidentes de medos, ansiedades, caos e êxodos. Surgiram-me traços, manchas, cores, espaços inesperados e agradavelmente desafiantes".

Também no dia 13, às 19h00, apresentará o espetáculo corporal, visual e sonoro ZUURGLM (cerca de 70 minutos), protagonizado por M.Barbosa, pela jovem atriz e performer convidada Isabel Costa (atuações no Teatro Nacional D. Maria II, Teatro Nacional de São João, Centro Cultural de Belém e recentemente em Berlin e no Festival Temps d'Images)), e por mais seis performers.

Serão editados flyers da Exposição e do Espectáculo.

A ligação artística de M.Barbosa aos Açores iniciou-se em 1995, com uma performance e exposição de desenhos no Teatro Angrense, iniciativa do Instituto Açoriano de Cultura e integrada numa programação que durante anos exibiu nos Açores artistas como Paula Rego, Julião Sarmento, Pedro Cabrita Reis, Júlio Pomar, Graça Morais ou Pedro Calapez e músicos como Telectu, Jorge Peixinho. Em 1998 efetuou uma digressão em Angra do Heroísmo, Faial e Ponta Delgada, também com uma conferência nesta cidade. Em 2008 e em Angra, expôs individualmente na Carmina Galeria (tema "Açores") e proferiu a comunicação "O Meu Museu" no Instituto Açoriano de Cultura.


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O Museu de Angra do Heroísmo possui uma importante coleção de 27 pinturas em tela e 42 caixas pintadas, de M.Barbosa, expostas na Carmina Galeria, obras oferecidas por Dimas Simas Lopes, proprietário e diretor da galeria.

Em setembro, no Museu de Arte Contemporânea da Madeira e no âmbito do Centenário do poeta António Aragão, M.Barbosa expôs desenhos, apresentou o espetáculo visual, sonoro e corporal A.A.A. e participou nas conferências sobre o icónico poeta, escritor madeirense.

M.Barbosa perfaz 50 anos de atividade em 2022, a assinalar em Lisboa. A Universidade de Coimbra editará uma Monografia sobre a sua vida e trabalho.

Pintor, performer, desenhador, videasta, artista pluridisciplinar, nasceu em Rio Maior em 1951. Reside e trabalha em Lisboa, Sintra, e temporariamente em NYC e em Como. Expôs pintura, desenho, exibiu vídeo arte e apresentou performances (um dos precursores em Portugal) em museus, fundações, galerias, palácios, festivais, nos cinco continentes. Está representado em importantes coleções públicas e privadas nacionais e internacionais, com vasta bibliografia editada.


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