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CARTEIROS DE RIO MAIOR COM CORRESPONDÊNCIA ACUMULADA HÁ QUASE UM MÊS


Face à escassez de recursos humanos a correspondência vai se acumulando no posto de distribuição dos CTT de Rio Maior, originando a que os munícipes não recebam atempadamente as faturas dos mais variados serviços, nomeadamente água, luz e telecomunicações. “Neste momento estamos ainda a entregar correio de 13 de maio”, contou ao Comércio & Notícias Dina Serrenho, dirigente do Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações.

“É uma situação muito gravosa a que se vive em Rio Maior”, realça Dina Serrenho, que refere que “o correio que está a chegar desde meados da semana passada está simplesmente a ser encostado em contentores para podermos dar escoamento aquele que está nas bancadas para ir para a rua há praticamente um mês”.

A dirigente sindical revela que “os carteiros estão muito preocupados pois gostariam de prestar um melhor serviço, mas é lhes impossível porque não têm meios humanos para o fazer”. Dina Serrenho entende que é urgentíssimo que “a empresa coloque mais seis carteiros em Rio Maior”.

“Tivemos dois carteiros que se aposentaram e dois que infelizmente faleceram e nunca foram substituídos. As zonas foram crescendo e os trabalhadores diminuindo. Ainda por cima a empresa, agora numa altura de férias, resolveu não ter contratos para substituição de férias, portanto o caos está mesmo instalado”, salienta Dina Serrenho que apela à Câmara Municipal de Rio Maior, Juntas de Freguesia e população geral para reclamarem junto da empresa. “As faturas da água, da luz e dos telefones estão todas encaixotadas porque o carteiro não tem hipótese de as entregar”, relata.


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Como forma de protesto pela situação os carteiros de Rio Maior estão neste momento a cumprir duas horas de greve diárias, as quais se estenderão até dia 18 deste mês. “Estamos preocupados, o carteiro não tem culpa pois faz o seu melhor. É um trabalhador dedicado, profissional, competente, responsável e sente na pele o facto de ter ali milhares de correspondências para entregar e não ter capacidade para o fazer”, revelou Dina Serrenho ao nosso jornal, que desespera por apoio.

A dirigente sindical salienta que “os carteiros não têm culpa do que se está a passar, quem tem culpa é a gestão desta empresa que enquanto não denegrir a imagem do carteiro, enquanto não puser o seu nome na lama não descansa. Estamos preocupados pois queremos servir bem as populações, precisamos do apoio da população e essencialmente precisamos que alguém responsabilize a empresa CTT pelo mau serviço que está a prestar”, conclui Dina Serrenho.


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