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CALDAS DA RAINHA REFORÇA FROTA DE VIATURAS PARA RECOLHA DE LIXO E SERVIÇO DE SANEAMENTO

Caldas da Rainha reforçou a frota de viaturas para recolha de lixo e serviço de saneamento com a aquisição de dois novos veículos.

O Serviço Municipal de Água e Saneamento (SMAS) investiu mais de meio milhão de euros nesta aquisição, sendo que uma delas destina-se à recolha de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU).

A segunda viatura é um hidroaspirador (vulgarmente designado como limpa fossas) e trata-se de um carro especificamente apetrechado para responder de forma mais eficaz às diversas funções do serviço de saneamento, sobretudo em locais onde esta infraestrutura não chega, devido às características orográficas do terreno.

A recolha de lixo passa agora a ter uma frota de nove carros e para o próximo ano a autarquia caldense pretende adquirir outro.

Do ponto de vista do seu funcionamento estas viaturas “têm características diferentes, uma tecnologia mais resistente e, como tal, menos necessidade de reparações” explicou o administrador delegado dos SMAS, José Manuel Moura.

Os veículos foram entregues ontem, 21 de outubro, numa cerimónia simbólica que decorreu em frente à Câmara Municipal, tendo o seu Presidente, Tinta Ferreira, falado da “mudança estratégica do município” nesta área da limpeza e higiene urbana que, desde o início deste mês de outubro, passou a ser responsabilidade dos SMAS.

Os próximos anos serão de investimento no sector

“15 dias depois da transferência da Câmara para o SMAS estamos em condições de apresentar duas novas viaturas”, começou por dizer Tinta Ferreira, apontando que os próximos anos serão de investimento no sector.

A partir deste mês de outubro também passará a ser cobrada na fatura da água uma taxa para a recolha de RSU, um valor que o município caldense não cobrava. “Tentámos resistir durante muito tempo”, afirmou o autarca, “mas não podemos mais fazê-lo em virtude das normas legais em vigor. Assim, vamos fazer desta dificuldade uma oportunidade para melhorar a qualidade do serviço público prestado nestas áreas”, frisou.

O valor está indexado ao consumo de água, numa lógica de utilizador/pagador. Isto é, quanto mais água gastar mais alto será o valor a pagar, sendo que a média rondará os 3,14 euros.

Além de estar prevista a aquisição de mais viaturas, da colocação de mais contentores e aquisição de equipamentos de limpeza e varredura, Tinta Ferreira avançou que está a ser preparado o projeto de ampliação da ETAR das Caldas da Rainha.

Esta obra vai custar cerca de 3 milhões de euros e permitirá ter capacidade para, nos próximos 20 anos, tratar os esgotos que possam resultar da população e da indústria. O edil espera que esteja concluída em 2022.


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Periodicidade: Diária

10/21/2020

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