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AZAMBUJA: FALECEU A FADISTA MARIA DO CÉU CORÇA


A Câmara Municipal de Azambuja emitiu uma nota de pesar, dando conta do falecimento da fadista local Maria do Céu Corça. “Foi com profundo pesar que o Município de Azambuja tomou conhecimento do falecimento da Srª Maria do Céu Corça, no dia 19 de julho. Maria do Céu Corça, um nome de referência conhecido no meio fadista, nascida a 14 de março de 1944, em Azambuja, despede-se do nosso convívio aos 77 anos de idade”.

Maria do Céu Corça é um dos grandes nomes da região, com uma voz única, característica e inesquecível, que contribuiu largamente para o desenvolvimento do fado tradicional de Azambuja, expressão artística que constituiu um elemento de identidade local para as gentes do concelho.

Começou desde jovem e toda a vida dedicou-se ao fado, ficando na memória pelas suas apreciadas exibições perante os mais diversos públicos, onde conquistou estatuto junto da população local. Referência no meio fadista, com uma grande paixão pelo fado, era figura de cartaz em todos os eventos sociais que participava, onde levava com orgulho, o nome de Azambuja.


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Ao longo do seu percurso enquanto fadista, destaca-se o tema "Cavalo Ruço" de autoria do azambujense Paulo José Carvalho Vidal, tema este que integrou a candidatura do Fado a Património Imaterial da Humanidade e o tema "Rosa Enjeitada" de Maria Teresa de Noronha, que era o seu ídolo de sempre no fado. Ao longo do seu percurso, foram, ainda, muitos os poemas do seu irmão, António Pedro Corça, que Maria do Céu Corça interpretou e encantou com a sua belíssima voz.

Era recorrente a sua participação em eventos culturais, maioritariamente de fado, para associações, IPSS e entidades diversas. Era destaque a sua participação na Feira de Maio de Azambuja, na iniciativa do Fado da Vadio, bem como, em diversos eventos do município, em que aceitava o convite sempre com muita dedicação e prazer. Fê-lo sempre de forma prestigiante, honrada e cantando os poetas locais e a sua Azambuja.

“Uma mulher da Cultura Azambujense, fica marcada pela sua paixão ao Fado Tradicional de Azambuja, um nome que elevou Azambuja e as suas gentes que, nos dias de hoje, lhe agradecem esse contributo. A voz de Maria do Céu Corça calou-se, mas permanecerá viva para sempre na nossa cultura e em todos nós!”, salienta a autarquia azambujense que manifesta o seu profundo pesar, apresentando as mais sentidas condolências à família.

Em reconhecimento do seu mérito humano e cultural, e da dedicação à comunidade desta ilustre cidadã azambujense, a autarquia expressa, neste voto de pesar, a sua singela homenagem à memória de Maria do Céu Corça.


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