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AS AULAS À DISTÂNCIA VÃO SE TORNAR A PRINCIPAL FORMA DE ENSINO?


À distância ou presencial? O e-learning, o ensino à distância recorrendo aos meios digitais, não é um método novo, mas a sua utilização em diferentes sectores tornou-se generalizada no contexto da pandemia de Covid-19 em todo o mundo.

Mas como é vivida esta educação online pelos estudantes? Como as aulas particulares online, por exemplo através da Superprof, ajudam os alunos a evoluírem?


Um olho na aula, outro no ecrã

O professor tem de fazer malabarismos para que as aulas escolares continuem ativas e os alunos motivados. No início da aula, de frente para o microfone e em frente ao seu computador, o professor certifica-se de que eles estão lá, partilhando o ecrã com os alunos remotamente para que estes possam acompanhar a sessão da aula. Em certas alturas, faz um inquérito para se certificar de que não estão a ter problemas. Os alunos têm de responder "sim" no chat se conseguirem ver corretamente o ecrã do professor. Um verdadeiro novo challenge ou desafio para os professores que, em muitos casos, não tinham o hábito de utilizar o seu computador com tanta frequência.


O que os alunos pensam?

Embora a educação à distância tenha sido introduzida como medida de segurança durante a pandemia, muitos alunos temem uma extinção da escola física.

"O que eu gostava no ensino à distância era de poder ficar confortavelmente em casa", diz Laura, uma estudante adolescente.

"Sinto muita falta dos meus amigos”, diz a sua colega Maria.

Todos estão bem cientes de que esta situação pode ser transitória, especialmente à medida que se aproximam os prazos para a obtenção do diploma de ensino médio ou ensino secundário. Os alunos temem não conseguir ter o conteúdo essencial para os exames nacionais somente com o processo escolar, principalmente se este continuar 100% à distância.

Aumento da procura de apoio escolar online

Talvez seja tempo de aproveitar a oportunidade para repensar o lugar do digital na educação. Enfrentar as limitações da luta contra a pandemia é uma oportunidade a não perder.

Numa altura em que os estudantes universitários se sentem abandonados, alguns professores exprimem a sua recusa em lecionar diante de um ecrã de computador... Como se durante a palestra, a palavra do professor aos estudantes reunidos numa sala de aula, continuasse a ser o pilar pedagógico.

Esta perda pode ser amplamente compensada pelos meios oferecidos pelos computadores e pela web.

Em vez de lamentar os efeitos da epidemia, talvez seja altura de aproveitar a oportunidade para repensar o lugar da tecnologia digital na educação. A história começou mal porque pusemos o “carro à frente dos bois” e tudo foi feito sem uma verdadeiro preparação (afinal, ninguém esperava a pandemia).

As ferramentas digitais, tal como conhecemos, não têm valor se não forem integradas numa abordagem pedagógica que lhes dê sentido e explore a sua flexibilidade ou facilidades para o intercâmbio e acesso à informação. O professor deve sempre permanecer em controlo da situação. Cabe a ele ou ela pensar na aprendizagem e escolher as ferramentas necessárias de acordo com o sistema de constrangimentos em que o ensino tem lugar. A pandemia é uma delas e, conforme podemos constatar, é uma das grandes. Há, portanto, um desafio.

Os serviços educativos já não podem ser calculados apenas com base no número de presenças. Cooperação, intercâmbios, apoio a alunos e estudantes e concepção de instrumentos pedagógicos fazem igualmente parte do trabalho como o "curso".


A importância do apoio escolar para o sucesso escolar nos tempos atuais

O apoio a alunos e estudantes é um trabalho pedagógico por direito próprio. Não pode ser uma simples tutoria por um colega, nem uma extensão do curso. O acompanhamento requer uma verdadeira capacidade pedagógica. Deve lidar com as questões que os alunos e estudantes colocam sobre as atividades cognitivas que lhes são exigidas. Por isso, a Superprof adaptou e deu apoio total para os seus alunos e professores no processo de ensino 100% à distância através da plataforma, além de incluir muitos materiais online para ajudar aos alunos e explicadores, pois os alunos e estudantes precisam de lugares para trabalhos individuais e coletivos que sejam acolhedores e bem equipados (particularmente em tecnologia informática, uma vez que nem todos têm uma), e não apenas salas de aula e bibliotecas. Precisam também de ajuda e aconselhamento de especialistas.

E você, o que pensa deste novo modelo de educação nacional e como pretende adaptar-se ao mesmo?

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