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A VERDADEIRA PANDEMIA


A verdadeira pandemia que estamos a atravessar é a pandemia das insolvências, das falências que se irá refletir em fome e miséria que irá bater à porta de muitos portugueses que são totalmente alheios às origens desta dita pandemia.

A insolvência não é mais do que a incapacidade de um devedor, pessoa ou empresa estar incapaz de num determinado momento da sua vida, de cumprir com as suas obrigações. Nomeadamente pagar aos seus empregados e aos seus fornecedores de bens e ou serviços. Já a falência tem praticamente o mesmo significado, mas é decretada com base num processo judicial.

Ainda no início desta semana, a comunicação social afirmou que 60% dos restaurantes estão em risco de insolvência. Tem-se de facto falado e escrito muito sobre restaurantes, lojas, comércio local, mas do mais importante, praticamente não se fala, razão pela qual me levou a expor este tema.

No meio desta dita pandemia, praticamente todos os órgãos de comunicação social esquecem e não falam, propositadamente ou não, sobre o problema mais grave que já esta a acontecer com as pessoas, com os empregados e com os empresários, ou seja, com todas as pessoas que foram e ainda serão atingidas por este tipo de pandemia.

Se um restaurante, uma loja, o pequeno comércio local não abre as portas, como pode o empresário cumprir com as suas obrigações, nomeadamente, a renda se for caso disso e pagar aos seus fornecedores e aos seus empregados?

A bola de neve está a crescer de forma vertiginosa e a atingir o ponto de não retorno. Se o empresário não pode pagar ao empregado, como pode o empregado pagar a sua renda ou a mensalidade do empréstimo da casa ou do carro, a eletricidade e gás, as despesas com a alimentação do seu agregado familiar?

As pessoas estão de facto a passar imensas dificuldades e muitas ainda por vergonha escondem. Algumas começam por desfazer-se primeiro dos carros, mas quando acabar o dinheiro da venda vão-se desfazer do quê? Será que vendem a casa? Será que vão roubar para comer?


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É estranho estarmos a entrar numa fase em que muitos não sabem qual será o seu futuro a muito curto prazo e isto é que me preocupa. Não vejo este DesGoverno muito preocupado quando um português fica sem nada! Mas em contrapartida vejo este DesGoverno muito preocupado quando chega ao Algarve um barco com marroquinos. Coitados destes, vêm com fome, sem dinheiro, sem casa, sem mala de roupa, sem documentos, sem nada. Mas vêm com um telemóvel, o que é muito estranho. No entanto este DesGoverno oferece uma pousada com comida, dormida, roupa lavada, dinheiro e bem-estar a estes imigrantes ilegais.

Este DesGoverno dá aos portugueses em dificuldades umas migalhas em comparação ao que dá aos imigrantes ilegais, o que é um absurdo e uma afronta para quem trabalhou e produziu riqueza para Portugal. O que é que este DesGoverno tem dado por exemplo aos nossos sem abrigo portugueses? Uma mão cheia de nada!

O que mais me aflige é saber que há cada vez mais pessoas desempregadas e que neste momento existe um total de 223.188 pessoas a receber subsídio para sobreviver.

Este DesGoverno deixou de dar sentido e valor da vida humana com a conivência da Assembleia da República que tiveram o desplante de aprovar a eutanásia num hemiciclo onde estavam meia dúzia de gatos-pingados a votar. Como é possível uma Lei com tal repercussão em relação à vida humana ser aprovada desta forma? A Constituição da República Portuguesa é bem clara quando refere que a vida humana é inviolável. Então por que razão se vai aprovar uma Lei que é inconstitucional? Por que não alteraram a Constituição? Por que não fizeram um referendo?

O valor da vida humana, nunca teve ao longo da história da humanidade, qualquer valor para os regimes de esquerda e comunistas. A prova está nas mortes infligidas através da fome do povo pelos regimes comunistas, como foi o caso do HOLODOMOR, entre 1931 e 1933 em que os russos pilhavam e roubavam aos ucranianos, todos os bens alimentícios, o que deu origem a um tremendo genocídio de milhões de ucranianos em razão da política COMUNISTA seguida por Stalin.

Será que este DesGoverno nacional e mesmo a nível mundial todos procuram atingir o mesmo objetivo de Stalin? Será que procuram mesmo atingir uma redução substancial de vidas humanas a nível mundial? Será que existe mesmo uma nova ordem mundial? Por que razão o bilionário da informática, Bill Gates, abandonou a informática e dedicou-se agora à indústria farmacêutica? Qual será de facto o interesse dele por detrás desta decisão? Será que é de facto o interesse pela humanidade, pela vida humana ou simplesmente dinheiro?

A conclusão a que eu chego é que cada vez há mais multi bilionários e cada vez mais desgraçados a passar imensas dificuldades na vida e sem cuidados de saúde.


António Jorge da Silva Madeira

Coordenador da Comissão Instaladora do CHEGA – Rio Maior


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