Periodicidade: Diária

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O Executivo Municipal de Santarém aprovou hoje, 6 de julho, uma Moção de Reabertura da Atividade Taurina, apelando a que seja considerada a equidade na adoção de medidas para a área da cultura como um todo, sem discriminação de qualquer expressão cultural.

Refere a moção que, se na legislação portuguesa os espetáculos tauromáquicos são espetáculos de natureza artística, se a tauromaquia é tutelada pelo Ministério da Cultura, então não é de justiça que não esteja sujeita a medidas de prevenção semelhantes às de espetáculos de outras artes. Acrescenta mesmo que: “ (…) É necessário atribuir aos espetáculos tauromáquicos, a mesma importância e relevância de outras atividades culturais, que já retomaram os seus eventos. A proposta de ocupação de ⅓ da lotação das praças não é justa, desde logo porque não é igual à de outras atividades culturais, com a agravante que algumas dessas se realizam em recintos fechados, ao contrário do que acontece nas praças de toiros.”


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A tauromaquia é um espetáculo sazonal, que se realiza maioritariamente entre março e outubro, e que, devido à pandemia provocada pela Covid-19, tem tido prejuízo significativo para as empresas do sector.

A Câmara Municipal de Santarém, pela presente moção, recomenda ao Governo e à DGS que aprovem regras justas de funcionamento dos espetáculos, nomeadamente no que se refere ao número de lugares e filas condicionados e ao ajustamento das mesmas em função da capacidade de cada equipamento tauromáquico (Praça de Toiros), indispensável para minimizar os prejuízos causados aos profissionais do sector pela pandemia Covid-19.


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Militares da GNR do Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) de Alenquer, ontem, dia 5 de julho, identificaram um ninho de vespa velutina (vespa asiática), na localidade de Parede, no concelho de Alenquer.

Após o alerta por um popular a informar da existência de vespas velutinas, os militares deslocaram-se ao local e identificaram o ninho ainda numa fase primária, que se encontrava alojado no algeroz de uma habitação.

No seguimento das diligências policiais, foi informado o gabinete técnico da Câmara Municipal de Alenquer, que de imediato entrou em contato com a empresa responsável pela recolha e destruição do ninho, para que esta o fizesse no mais curto espaço de tempo possível.

Importa referir que a presença da vespa velutina é uma espécie não indígena, predadora natural das abelhas e outros insetos, o que pode, eventualmente, originar a médio prazo impactos significativos na biodiversidade, em particular nas espécies de vespas nativas e nas populações de outros insetos, representando um risco para a apicultura, para a produção agrícola e para o ambiente, tendo por todos estes riscos, sido classificada, em julho de 2016, como espécie exótica invasora de preocupação para a União Europeia.


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A deteção ou a suspeita de existência de ninho ou de exemplares de vespa velutina deverá ser comunicada através de um dos seguintes meios:

Contactar a linha SOS Ambiente e Território - 808 200 520. Neste caso o observador será informado do procedimento a seguir para a efetiva comunicação da suspeita;

Inserção/georreferenciação online do ninho ou dos exemplares de vespa e preenchimento online de um formulário com informação sobre os mesmos, disponível no portal www.sosvespa.pt, acessível a partir dos portais da Direção Geral de Veterinária e Alimentação, do Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, das Direções Regionais de Agricultura e Pescas, do SEPNA/Guarda Nacional Republicana e das Câmaras Municipais respetivas.


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A empresa CTT não ouviu os pedidos feitos pela Dirigente do Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações (SNTCT), Dina Serrenho, após uma reunião realizada no passado dia 16 de junho com os carteiros do posto de distribuição de Rio Maior, tendo estes encetado esta segunda-feira, 6 de julho, uma greve que se irá estender ao longo de toda a semana.

A meio do mês passado Dina Serrenho revelou ao Comércio & Notícias que a correspondência vai-se amontoando na estação, havendo mais de 20 mil correspondências por entregar no concelho de Rio Maior, isto porque segundo ela são necessários pelo menos mais 5 carteiros para Rio Maior.

Como as exigências não foram cumpridas pelos CTT os carteiros de Rio Maior concentraram-se hoje pela manhã junto ao edifício da Câmara Municipal, tendo sido recebidos pelo Presidente Filipe Santana Dias e pelo seu executivo.

Durante a manhã os carteiros entregaram panfletos aos transeuntes, onde é referido que “as populações e as empresas estão a ser prejudicadas pela gestão dos CTT”.

O SNTCT refere que “a falta de trabalhadores e a desorganização da gestão dos CTT é a principal causa do mau serviço prestado aos clientes/utentes, às empresas e ao país”.

Neste comunicado pode ainda ler-se que “muitas vezes a distribuição era efetuada apenas uma vez por semana, mas nesta altura existem registos com 10 e 15 dias de atraso, correio azul com mais de uma semana de atraso, o correio expresso chega a ter atrasos de 2 e 3 dias e os jornais semanais são entregues apenas na véspera de sair o jornal da semana seguinte. Além disso milhares de cartas com faturas para pagar são entregues fora do prazo de pagamento”.


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Após a reunião com os representantes dos carteiros o presidente da autarquia riomaiorense revelou que “o executivo municipal concorda com este protesto e compromete-se a fazer ecoar a voz dos carteiros quer junto da empresa, quer da ANACOM, que é a entidade que os regula, no sentido de manifestar a nossa preocupação, uma vez que os nossos munícipes estão a ser bastante lesados com a má distribuição postal. Acreditamos que esta culpa não é dos carteiros, uma vez que a falta de meios que eles têm é gritante”, disse Filipe Santana Dias que acrescentou ainda que “a Câmara vai-se associar a esta voz no sentido de exigir mais recursos humanos para o concelho de Rio Maior de modo a prestarem um serviço condigno”.

Por sua vez, a Dirigente do Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações, Dina Serrenho, relatou que “infelizmente os CTT não avaliaram bem esta situação pensando que os trabalhadores não iriam entrar nesta forma de luta, e assim lamentavelmente fomos obrigados a encetar esta greve, a qual não queríamos de forma alguma, uma vez que é mesmo o nosso último recurso”.

Dina Serrenho considera ainda que “esta é a forma de chamar a atenção da Câmara e da população para a necessidade urgente que existe da empresa colocar pelo menos mais 5 trabalhadores para podermos cumprir os padrões de qualidade a que qualquer cidadão tem direito na entrega da sua correspondência”.

Dina Serrenho informou ainda que “assim que a empresa nos garanta mais cinco trabalhadores os carteiros suspenderão imediatamente esta luta, se isso não acontecer irão permanecer em greve até sexta-feira. Esperemos que a população entenda e se coloque do nosso lado, porque é por todos nós que estamos a dar a cara, uma vez que se não houver gente para trabalhar não pode haver uma boa qualidade dos serviços e nós o que queremos é prestar um bom serviço à população”, concluiu a dirigente sindical.


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