Periodicidade: Diária

12/7/2021

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A tradicional Feira dos Pinhões regressa à vila do Cadaval no próximo dia 8 de dezembro (feriado), mais precisamente ao Campo da Feira. Também conhecida como Feira de N. Sra. da Conceição, trata-se da mais participada feira local, em termos de feirantes e de visitantes, oriundos de dentro e fora do concelho. Visite, participe!

A Feira dos Pinhões, também designada Feira 8 de Dezembro ou Feira de N. Sra. de Conceição, regressa ao Cadaval no feriado religioso consagrado à Imaculada Conceição, decorrendo das 8h00 às 17h00.

Muito antiga e típica, esta feira mantém-se um acontecimento ímpar na região, seja pela quantidade de visitantes e de feirantes que continua a atrair, seja pela diversidade de artigos que continua a trazer ao Concelho, atualmente ao Campo da Feira do Cadaval, no arranque da época natalícia.


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As origens da tradicional feira

A sua origem perde-se no tempo, mas terá ficado conhecida por “Feira dos Pinhões” devido à quantidade de pinhoeiras que acorriam ao Cadaval, nesta altura do ano, para vender o afamado pinhão, entre outros frutos secos, muito apreciado na quadra natalícia.

Estas vendedoras, com seus trajes típicos e sentadas em pequenos bancos, davam cor e alegria à vila e particularmente à feira, vendendo pinhões por medida ou em fiadas.

A Feira dos Pinhões trazia às principais artérias da vila do Cadaval grande quantidade de população das diversas freguesias locais, dos concelhos limítrofes e de pontos mais distantes.


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Faleceu no Lar Golden Haven - Almoster, o Exm.º Senhor Faustino Marcelino, com 82 anos.

Era residente na Alameda da Fonte Velha, nº 43, bloco B-2, Sintra.

O funeral realiza-se: terça-feira, 07 de dezembro de 2021, às 13:00 horas, no Crematório de Santarém. A família agradece, desde já, a todas as pessoas das suas relações e amizade, que de alguma forma manifestaram o seu pesar pelo falecimento do seu ente querido.

Deverão ser respeitadas as orientações da DGS para locais de recepção de público em geral. Obrigatória utilização de máscara / Viseira

Manter o distanciamento +- 2 mts.


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Foi inaugurada na tarde do passado sábado, 4 de dezembro, a estátua em homenagem à cavaleira de Samora Correia, Maria-Mil Homens.

Desta forma a memória da cavaleira será perpetuada para sempre, mostrando a quem visita a cidade de Samora Correia e o município de Benavente, a importância das tradições e a coragem de uma mulher que, nos anos 50, não teve dúvidas em concretizar o seu sonho com coragem e venceu.

Na cerimónia estiveram presentes família e admiradores da cavaleira, autarcas, várias figuras ligadas à tauromaquia nacional e, essencialmente, Samorenses, pois foi de sua vontade e empenho a realização desta bonita homenagem.

A estátua pode ser visitada no Jardim da Lezíria, em Samora Correia.


Sobre Maria Mil-Homens

Maria d´Oliveira Chaparro, conhecida como Maria Mil-Homens, nasceu em Samora Correia em 3 de dezembro de 1928. Desde tenra idade que a menina de cabelo negro e de olhos curiosos demonstrava um gosto particular pelo campo, pela liberdade proporcionada pelo ar livre e adorava acompanhar o seu avô, João Francisco Mil Homens, nas atividades com os cavalos e com o gado numa fazenda da Companhia das Lezírias, onde o avô era arrendatário.


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A carreira da cavaleira Maria Mil-Homens

Maria Mil-Homens apresentou-se em público pela primeira vez aos 20 anos de idade, na Praça de Algés. Surpreendeu e recebeu uma grande ovação. Desde logo angaria tal visibilidade que passa a ser convidada de honra em inúmeras festas tradicionais e tentas, enchendo as praças portuguesas por onde passava, toureando em quase todas elas, desde Vila Franca a Évora, de Beja a Espinho e, claro, no Campo Pequeno, a arena mais almejada. Todos queriam ver a cavaleira de Samora Correia que seguia a par com António José de Oliveira, nome maior da tauromaquia nacional.

O sucesso da elegante e talentosa toureira passa fronteiras. Em 1951 surge o convite de Angola para a participação de Maria Mil-Homens em alguns espetáculos taurinos, e o que estava previsto durar umas semanas, acabou por se transformar em 5 meses, com atuações agendadas em Luanda, Lobito e Benguela. Os aficionados da colónia Africana renderam-se à arte de Maria, com momentos de toureio a cavalo efetuados com inteligência, técnica e extremamente garbosos.

Esta tournée foi um êxito, conquistou o público, que lhe dedicou sucessivas ovações.

A Cavaleira de Samora Correia teve uma curta carreira nos anos 50 (entre 1948 e 1952), mas foi intensa e funcionou na sua vida como a concretização de um sonho.

Se, por um lado, teve uma carreira curta, por outro, é um orgulho ter tido a coragem de viver o seu sonho naquela época, com a arte que aprendeu e tão bem demonstrava.


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