Periodicidade: Diária

6/30/2022

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O Instituto Politécnico de Santarém (IPS) suspendeu ontem, 22 de março, o processo eleitoral para encontrar um novo presidente da direção, cujo prazo de apresentação de candidaturas terminava na próxima segunda-feira, informou o conselho geral.

Reunido na noite de ontem, por videoconferência, o conselho geral do instituto considerou que a atual situação de pandemia provocada pelo novo coronavírus, que determinou a restrição de circulação de pessoas na instituição, "inviabiliza, manifestamente, o cumprimento dos requisitos de apresentação da declaração de candidatura", lê-se na deliberação aprovada por unanimidade.

O Regulamento da Eleição do Presidente do IPS estabelece como requisitos de apresentação da declaração de candidatura que a mesma seja subscrita por, "pelo menos, 16 docentes (dos quais pelo menos 50% terão de ser professores de carreira), 16 estudantes e oito não docentes".

O regulamento determina ainda que entre os subscritores conste, "pelo menos, um [elemento] de cada uma das escolas do instituto ou das suas unidades regularmente instaladas", condição que o presidente do conselho geral, Francisco Madelino, entendeu não poder ser cumprida dado as aulas no instituto estarem suspensas desde o passado dia 12.

O calendário eleitoral previa que, após o término da apresentação de candidaturas, na segunda-feira, a admissibilidade das listas candidatas fosse aferida durante o mês de abril e a votação fosse realizada no dia 18 de maio.

Mas "perante este constrangimento e, em simultâneo, a necessidade de assegurar a legalidade do procedimento eleitoral em curso", o conselho geral deliberou hoje a suspensão do processo "por tempo indeterminado".

O IPS está sem presidente desde a demissão de José Mira Potes, em 27 de fevereiro, sendo a direção assegurada pelo anterior vice-presidente, João Moutão.

Na base da demissão esteve a contestação ao plano de reestruturação financeira da instituição, apresentado ao Governo por José Mira Potes e que previa uma redução de despesa de cerca de um milhão de euros.

O Politécnico de Santarém engloba as escolas superiores Agrária, Saúde, Educação, e Gestão e Tecnologia (em Santarém) e de Desporto (em Rio Maior).

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O Grupo Mota-Engil implementou uma série de medidas de proteção para fazer face ao surto de covid-19 e doou 17.000 fardas protetoras ao Hospital de São João, no Porto, adiantou a construtora.

“A Mota-Engil SGPS confirma que entregou na última quinta-feira, 19 de março, na Direção de Aprovisionamentos do Hospital São João, cerca de 17.000 fardas protetoras para apoio a este combate que o país atravessa”, estando ainda prevista a disponibilização destes equipamentos no Centro Hospital de Lisboa Norte, adiantou fonte oficial do grupo.

Entretanto, a empresa revelou que tem vindo a desenvolver um conjunto de esforços, para “prevenir e minimizar a propagação do coronavírus, colocando sempre a saúde dos seus colaboradores em primeiro lugar, bem como a proteção dos seus clientes, parceiros e comunidades onde opera”.

Assim, a Mota-Engil aplicou medidas preventivas a nível pessoal, como a “sensibilização sobre a etiqueta respiratória e reforço da higiene pessoal, o aconselhamento sobre como evitar contacto interpessoal e a presença em zonas de grandes aglomerações”, bem como a nível corporativo, com “o fornecimento de 'kits' de prevenção, reforço da limpeza de todos os edifícios e fornecimento de produtos antisséticos” e passando pelo “cancelamento de deslocações profissionais e reuniões presenciais, substituindo-se por videoconferências ou outros contactos remotamente”.

O grupo definiu ainda áreas de isolamento e o procedimento a aplicar em caso de contágio, forneceu informação e formação interna, suspendeu as viagens entre países onde opera e implementou ações internas “no sentido de garantir a sustentabilidade” da sua operação.

De salientar que a Mota-Engil tem uma das suas duas unidades fabris sediada na Zona Industrial de Rio Maior.

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Caldas da Rainha vai passar a contar com o apoio de dois hospitais de campanha para prevenir e acautelar a capacidade de resposta hospitalar ao surto de Coronavírus.

O Município, em articulação com o Centro Hospitalar do Oeste e Autoridade de Saúde Local, e com o apoio de outras entidades públicas e até empresas privadas, preparou dois hospitais de campanha. Um ficará localizado no Pavilhão da Mata, pela proximidade ao hospital, e estará disponível já esta quarta-feira, 25 de março; o segundo está instalado no edifício do Centro de Alto Rendimento do Badminton (CAR) e já se encontra em condições de funcionamento, se houvesse essa necessidade.

Cada um dos edifícios foi totalmente preparado para esta função, com desinfeções totais, levadas a cabo por empresas especializadas, e adaptação de algumas infraestruturas como revestimento total do piso por um material lavável e fácil de desinfetar.

Cada um dos hospitais tem instaladas 30 camas e, caso entrem efetivamente em funcionamento, a Autarquia assegura também a água, luz, aquecimento, limpeza, alimentação e oxigénio. Ao hospital cabe a responsabilidade de funcionamento, nomeadamente a organização de recursos humanos e gestão de resíduos hospitalares.

Na preparação destas infraestruturas aquele município contou com o apoio da Escola de Sargentos do Exército (ESE), que cedeu as camas e com o Caldas Internacional Hotel que forneceu toalhas e lençóis.

O melhor que podia acontecer, segundo o Presidente da Câmara das Caldas da Rainha, Tinta Ferreira, “era que não fossem utilizados [os hospitais]”. Todavia, o autarca sublinha que é “preciso estar preparado para a eventualidade” de ser necessário aumentar a capacidade hospitalar instalada uma vez que, segundo os dados epidemiológicos, os casos vão continuar a aumentar até meados de abril.

A diretora clínica do CHO, Filomena Rodrigues, acrescentou ainda que o hospital de campanha instalado no CAR poderá servir para “acolher casos de doentes positivos que por estarem isolados não possam estar no seu domicílio”. Devido à proximidade do hospital, o Pavilhão da Mata “poderá ser utilizado para o tratamento de doentes infetados com outro tipo de situações”, explicou a responsável.

A preparação destes dois hospitais de campanha soma-se, assim, a um vasto conjunto de medidas que o Município das Caldas da Rainha tem tomado no sentido de minimizar as situações de propagação e contágio; por outro, ajudar quem está na linha da frente desta batalha, sobretudo pessoal médico e instituições, com materiais e equipamentos; e por fim, reforço dos apoios sociais a quem está mais desamparado ou fragilizado.

Tinta Ferreira faz um apelo à tranquilidade de toda a população, solicitando o cumprimento integral das recomendações de segurança e prevenção da Direcção-Geral de Saúde, em particular as que respeitam ao recato e distância social.

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