Periodicidade: Diária

5/29/2020

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Decorreu na tarde da última terça-feira, 27 de maio, no auditório dos Paços do Concelho de Rio Maior, uma reunião entre o executivo camarário e os presidentes das Juntas de Freguesia do concelho de Rio Maior, com o objetivo de preparar o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais - DECIR2020 e discutir a proposta de transferência de competências dos municípios para as freguesias.

Filipe Santana Dias, Presidente da Câmara Municipal de Rio Maior, refere que “o trabalho com as freguesias deve ser uma prioridade para todos os Municípios”, acrescentando que “são os órgãos mais próximos da população que, regra geral, servem os seus cidadãos de forma mais rápida, mais barata e mais adequada que qualquer outro nível de poder público”.


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O edil riomaiorense garante que época de maior risco de incêndio irá ser preparada com rigor, estaremos preparados com tudo o que for possível, para garantir a todas as forças de proteção civil as melhores condições de trabalho”.


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Crime aconteceu à porta de um café, em Casével – Santarém, a 24 de novembro do ano passado, e provocou a morte a um jovem de 24 anos

A Procuradoria da República da Comarca de Santarém fez saber que na passada semana foi deduzida acusação, pela 2.ª Secção do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Santarém, relativamente a indivíduo do sexo masculino, de 56 anos de idade, residente em Santarém, por factos integradores de um crime de homicídio qualificado.

Os factos ocorreram na madrugada de 24 de novembro, junto ao café Contestável, na localidade de Casével, concelho de Santarém, tendo o antigo árbitro de Santarém, Rui Mendes, de 56 anos de idade, na sequência de uma discussão, desferido um golpe com uma navalha a um jovem de 24 anos, o qual lhe viria a ser fatal.


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O arguido encontra-se sujeito a medida privativa da liberdade desde o passado dia 25 de novembro.

Decorre o prazo para abertura de instrução que, a não ser requerida, determinará a remessa do processo para julgamento perante tribunal coletivo.

A investigação encontrou-se a cargo da Diretoria de Lisboa da Polícia Judiciária.


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A Sonae da Azambuja emitiu esta quinta-feira, 28 de maio, um comunicado onde esclarece que terminaram ontem as testagens aos 833 funcionários do entreposto da empresa, tendo 175 testado positivo ao vírus. “A maioria das pessoas infetadas são assintomáticas ou tem sintomas ligeiros da doença e estão todos em isolamento domiciliário”, refere ainda esta empresa localizada na zona industrial Azambuja / Vila Nova da Rainha.

A Sonae refere que “assim que teve conhecimento do primeiro colaborador infetado todos os outros começaram a ser testados, visto a prioridade da empresa ser a segurança de todos". A Sonae garante ainda ter assumido todos os custos desta testagem em massa.

Na nota, a Sonae afirma ter procedido à testagem de diversos pontos de contacto do entreposto, por forma a identificar e despistar potenciais focos de contágio – maçanetas de portas, materiais diversos, balneários, áreas sociais, etc. "Todos os testes laboratoriais realizados comprovaram a não existência de qualquer foco de Coronavírus nestas instalações", pode ler-se. "Assim, e tal como a DGS já atestou por várias vezes em visitas ao local, reiteramos que o Centro de Distribuição da Azambuja, não é neste momento uma zona de risco, não é um foco de infeção e não é um foco de contágios", pode ler-se no comunicado.


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Nesta nota informativa vem ainda sublinhado que “a Sonae investiu mais de 20 milhões de euros em cerca de 80 medidas de prevenção para proteger os 800 colaboradores do entreposto. Algumas das medidas impostas pela Sonae foi o reforço do serviço de autocarros próprios, de modo a garantir um maior distanciamento social entre os colaboradores e também um reforço da higienização na empresa. Foi também implementado um programa de sensibilização sobre a covid-19, de modo a esclarecer as dúvidas dos funcionários e garantir que estes seguem as normas da DGS e todos os trabalhadores da empresa cuja função é possível estão a trabalhar a partir de casa”.

A concluir o comunicado a empresa salienta que “os horários dos turnos foram desfasados para evitar concentrações de colaboradores nas entradas e saídas, a temperatura dos funcionários está a ser testada antes de darem entrada na empresa e foram disponibilizadas luvas e máscaras para todos os colaboradores. Também os funcionários da empresa que façam parte de grupos de risco (> 60 anos; grávidas, portadores de doenças crónicas e imunodeprimidos) ficam em casa preventivamente”.


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