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Periodicidade: Diária

2/4/2023

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Por João Maurício

O jornal Semana Alcobacense escrevia, na sua edição de 17 de Abril de 1910 - “Os povos de Benedita e Turquel, cada vez mais descontentes com a demora da divisão da Charneca, chegaram ao ponto de pedirem a desanexação deste concelho para o concelho de Rio Maior”.

É sabido que a atual freguesia da Benedita se formou de territórios que pertenciam aos concelhos já extintos de: Santa Catarina, Turquel, Alvorninha e, também, ao de Rio Maior.

Surgiu, como é lógico nestes casos, uma questão de limites, nomeadamente, a divisão dos terrenos baldios do Vale do Homem.

Casimiro Maria Felizardo, na página 3 do livro “Benedita, Quem Me Dera”, refere-se ao assunto: “Estes zaragateiros tinham os seus comandantes e um deles era o Joaquim Fernandes da Cabecinha”.

Silvestre Luís, na edição de dezembro de 1989, no Jornal de Turquel, refere-se também, a este tema: “Mas surgiu logo outro problema: a delimitação de estremas (ou fronteiras) entre estas freguesias. Por este motivo houve tensões, tumultos, ajuntamentos, zaragatas entre as populações: Santa Catarina, Benedita e Turquel… Realizaram-se diversas reuniões com o fim de resolver o diferendo amigavelmente. Em certa altura, os de Turquel chegaram a acordo amigável sobre a fronteira com a da Benedita.

Feito o acordo, tornaram-se aliados contra os de Santa Catarina e as tensões agravaram-se. Esta freguesia pertencia, como hoje, ao concelho das Caldas da Rainha.



José Luís Machado, no seu livro “História da Benedita” tem uma visão mais histórica e menos tradicional e popular da questão, apresentando-nos variada documentação sobre o assunto:

A Câmara de Alcobaça, em ata datada de 9 de outubro de 1882, diz-nos que:

Ponto 4 - “pela nova divisão territorial efectuada em 1836 (extinção de alguns concelhos) toda a freguesia da Benedicta ficou sendo parte integrante do nosso concelho de Alcobaça …”.

Ponto 5 – “Que a posse alegada pela Junta de Santa Catharina de usufruir os pastos e roçar matto na Charneca da Benedicta, fronteiras aos Cazaes da Marinha e Couta e descripta na carta topographica, não tem fundamento”. (Como é evidente, respeitámos a ortografia da época).

Seria fastidioso relatar toda esta questão. Apenas mais alguns dados. Este contencioso arrasta-se até 1910 (o que não deixa de ser estranho).

É morto um homem chamado Joaquim Luiz, solteiro, residente no Casal do Gregório.

O Juiz Dr. José D’Almeida Pereira Zagallo vai à Benedita recolher testemunhos sobre o crime, acompanhado pelo Dr. Mário Calixto (delegado do procurador régio) e do médico Dr. António de Sousa Neves.

Voltando à questão do Vale do Homem, diremos que a 23 de fevereiro de 1910, chegaram à Benedita soldados do Regimento de Cavalaria de Aveiro para reporem a ordem. A força militar era comandada pelo alferes Nogueira e os respetivos soldados conduziam 22 cavalos. Mais tarde, chega outra força: 16 soldados, 2 cabos, 1 corneteiro e um sargento, comandados pelo alferes Oliveira.

Toda esta desordem travou-se entre as populações da Benedita e de Santa Catarina.

Notas finais – a falta de apoio da Câmara de Alcobaça às populações das freguesias de Turquel e Benedita motivaram esta reação.

Diremos, também, que as “fronteiras” entre a Benedita e Rio Maior suscitaram, ao longo dos tempos, algumas dúvidas. Tudo foi resolvido, de modo pacífico e colaborante, na década de cinquenta do século passado, entre as autarquias, riomaiorense e alcobacense.


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O Município do Bombarral e o Sport Clube Escolar Bombarralense assinaram na terça-feira, dia 31 de janeiro, dois protocolos, reforçando o apoio que a autarquia tem vindo a disponibilizar ao clube desportivo mais representativo do concelho.

O primeiro diz respeito ao protocolo de utilização do Estádio Municipal, passando o clube verde e amarelo a receber uma verba de 20 mil euros, enquanto o segundo é referente ao projeto apresentado o âmbito do Orçamento Participativo de 2022, cuja verba para execução pode ir até ao limite de 10 mil euros.



Ambos os documentos foram assinados, no Salão Nobre dos Paços do Município, pelo presidente da Câmara Municipal, Ricardo Fernandes, pelo presidente e pelo vice-presidente do Bombarralense, Jorge Filipe e Mário Santos, numa cerimónia que contou ainda com a presença do vice-presidente da edilidade, Nuno Vicente, e do vereador Bruno Santos.


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Como acontece há mais de um século, a população da aldeia de Famões, no concelho do Bombarral, voltou a reunir-se na capela da localidade para rezar a Novena, cerimónia religiosa que ocorre durante nove dias antes da realização da festa em honra de Nossa Senhora da Purificação, que decorre anualmente no dia 2 de fevereiro.



Este acontecimento, que tem passado de geração em geração, diferencia-se pelo facto de uma parte da oração ser rezada apenas por homens, que se encontram ajoelhados junto ao altar, de frente para a santa padroeira, e da mesma ser finalizada com uma ladainha em latim.


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