Periodicidade: Diária

7/12/2020

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As organizações da campanha "Gás é andar para trás" reiteram que, apesar do parlamento ter chumbado propostas de cancelamento e suspensão dos contratos de prospeção e exploração de gás, elas não irão permitir que os trabalhos se desenvolvam, seja na freguesia de Aljubarrota (Alcobaça) seja na Bajouca (Leiria).

Apesar de ainda não existirem datas específicas para a realização dos primeiros trabalhos nos terrenos já adquiridos pela empresa “Australis Oil & Gas”, estas organizações reiteram que, juntamente com as populações locais, não irão permitir mais um crime climático.

No passado dia 3 de julho foram chumbadas no parlamento três propostas, que requeriam o cancelamento (Bloco de Esquerda e PEV) e a suspensão (PCP) dos contratos de prospeção e exploração de gás nas concessões denominadas como “Batalha” e “Pombal”. A empresa detentora destas concessões, Australis Oil & Gas, já adquiriu dois terrenos na Bajouca e em Aljubarrota para começar a efetuar os trabalhos. Na mesma altura em que se aguarda que a empresa entregue o EIA (Estudo de Impacte Ambiental), o parlamento chumbou a possibilidade de se cancelar ou suspender estes contratos.

As organizações da campanha “Gás é andar para trás” lembram o governo que existe uma crise climática e que não se pode enfrentar a crise climática utilizando os mesmos recursos que nos trouxeram até ela, os combustíveis fósseis. “Para limitar o aumento da temperatura média terrestre a 1.5ºC face a níveis pré-industriais temos de cortar as emissões de gases com efeito de estufa, a nível mundial, em mais de 50% até 2030. Isto não se consegue, indo à procura de mais reservas de combustíveis fósseis. Seja na Bajouca, em Aljubarrota, em Moçambique, na Austrália ou em qualquer lugar no mundo. Não podemos iniciar novos projetos de prospeção ou exploração de combustíveis fósseis, como estes. Temos sim, que fechar infraestruturas de extração existentes, portanto iremos travar estes furos, usando todos os meios legítimos”, afirma um representante da campanha que reúne várias organizações.


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A campanha pretende “desconstruir a retórica falsa de que o gás fóssil (chamado normalmente natural) é mais limpo do que os restantes combustíveis fósseis, pois o gás é apenas um combustível fóssil e é mais uma maneira de nos manter reféns da centralização da produção de energia e também das empresas de combustíveis fósseis”, referem em comunicado as organizações.

Neste momento aguarda-se que a Australis Oil & Gas entregue o EIA (Estudo de Impacte Ambiental) destes furos para dar início ao processo de consulta pública e só após este processo é que a APA (Agência Portuguesa do Ambiente) se irá pronunciar e atribuir a licença ambiental à empresa. “Nessa altura, nós iremos estar juntamente com as populações locais e não permitiremos que estes furos aconteçam. Iremos utilizar todos os meios necessários, que incluem bloquear estradas, parar máquinas com os nossos corpos para não permitir que estes furos aconteçam. Utilizaremos técnicas de desobediência civil não violenta e com isso não permitiremos que se realizem quaisquer trabalhos nos terrenos”

A campanha reúne 21 organizações, nacionais locais e trabalham também em rede com vários coletivos internacionais que procuram a justiça climática e apelam à solidariedade, participação e mobilização de todas as pessoas, associações e movimentos, quer no processo de consulta pública, quer nas fases posteriores deste processo.


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O Bairro Social da Mãe D’Água, em Rio Maior, está a ser alvo de uma intervenção profunda com reparação de arruamentos, estacionamento, passeios e zonas envolventes.

A Câmara Municipal de Rio Maior tem em marcha um conjunto de melhorias, não só na cidade, mas também nas várias freguesias do concelho até ao final do ano




O Presidente da Câmara Municipal de Rio Maior salienta que “o Bairro Mãe d'Água há muito tempo que necessitava de uma intervenção profunda nas suas vias, estacionamentos e passeios. Desde o tempo em que tive a honra de presidir à Freguesia de Rio Maior, que esta era uma prioridade identificada”.


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Faleceu a Sra. D. Vicência Afonso Pinto Brites.

Era natural da freguesia de Alvarenga concelho de Arouca e residente em Bairro Social da Mãe de Água, Rio Maior.

Era viúva do Sr. José Carvalho Brites.

O funeral realiza-se Domingo dia 12 de Julho de 2020.

O corpo chegará ao cemitério de Rio Maior pelas 16:00 horas onde serão as cerimónias das exéquias fúnebres, findas as quais irá a sepultar no Cemitério de Rio Maior.

Solicitamos que sejam respeitados os distanciamentos de pessoas, de forma a mitigar a transmissão do vírus na comunidade, agradecendo a vossa compreensão.

Desde já a família fica grata a todos quanto manifestaram o seu pesar pelo falecimento do seu ente querido.

Um Bem-Haja!



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