Periodicidade: Diária

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O primeiro-ministro, António Costa, anunciou ao final da tarde desta segunda-feira, 18 de janeiro, que vão ser reforçadas as medidas de contenção da pandemia, “apesar dos danos que possam causar na economia”, porque segundo diz "cada um tem de fazer a sua parte para que no conjunto possamos recuperar o mais rapidamente possível os níveis de segurança na sociedade".

António Costa falou em conferência de imprensa, após a reunião do Conselho de Ministros extraordinário, que decorreu por videoconferência.

Recorde-se que apenas passaram quatro dias da entrada em vigor das medidas de confinamento geral. Segundo António Costa entre sexta-feira e domingo, “registou-se uma redução da movimentação das pessoas na ordem dos 30% em relação ao mesmo período da semana anterior”, ainda assim é um resultado que considera insuficiente. Não é aceitável este movimento de pessoas continue. Impõe-se clarificar normas de restrição da circulação e alargar o quadro restritivo das medidas", declarou António Costa, reforçando que atravessamos "o momento mais grave da pandemia".

Ainda não foi revelada a data oficial da entrada em vigor das novas medidas impostas, tendo António Costa referido que “as autoridades vão apertar a fiscalização”.


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Conheça as principias medidas que irão entrar em vigor:

- Proibição de circulação entre concelhos aos fins de semana no território continental;

- Fecho dos espaços de restauração em centros comerciais, mesmo para serviço take-away;

- Proibidas campanhas de saldos e promoções;

- Proibida a venda de bebidas (incluindo cafés), ao postigo;

- Proibida a permanência em jardins:

- Trabalhadores em teletrabalho passam a precisar de credencial da entidade empregadora para puderem circularem;

- Encerramento das universidades seniores, centros de dia e de convívio;

- Supermercados e hipermercados passam a encerrar às 17h00.


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Em 2020, o primeiro confinamento obrigou ao encerramento de monumentos e espaços culturais. O Castelo de Porto de Mós não foi exceção, tendo ficado de portas fechadas de 13 de março a 31 de maio. De junho a dezembro, os constrangimentos afastaram as excursões e outras visitas de grupo, os eventos e parte substancial de públicos de proveniência internacional.

O ano arrancou de forma promissora, com o número de visitas a superar largamente o registado em anos anteriores. Com 6355 visitantes, agosto de 2020 foi mesmo o mês com o valor absoluto mais elevado de que há registo. O contexto de crise sanitária determinou que a esmagadora maioria fosse de proveniência nacional. Para esta dinâmica também contribuíram as exposições fotográficas de talentos portomosenses, que despertaram a atenção dos amantes da fotografia.

Em resultado do investimento feito na diversificação da oferta, a loja do monumento registou um impressionante aumento de 94%, na faturação. Estes são os números que incentivam a continuação do trabalho desenvolvido nos últimos tempos.


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Para a Câmara de Porto de Mós é um motivo de regozijo o castelo registar uma afluência tão elevada, com um número de 19 365 visitantes, apenas suplantado em 2019, ano em que, mau grado o encerramento para obras até ao mês de abril, se registaram 19 604 visitantes. Significa isto que, desde 2015, as visitas quase duplicaram.

O novo confinamento obrigou ao encerramento da fortaleza. No entanto, vale a pena manter a atenção ao futuro próximo e, assim que possível, revisitar o castelo dos afetos portomosenses.


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Atendendo ao aumento exponencial do número de infetados por Covid-19, e face à falta de recursos humanos por parte da Autoridade de Saúde, o Município do Bombarral disponibilizou alguns colaboradores no sentido de efetuarem o contacto telefónico com as pessoas que possam ter estado próximas de casos positivos de infeção, procurando assim quebrar as cadeias de transmissão.

Nesta importante tarefa estão igualmente envolvidos, durante os fins-de-semana, vários voluntários do Agrupamento de Escuteiros 516 do Bombarral, a quem o município agradece seu esforço e dedicação.


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O Município do Bombarral apela, uma vez mais, para que sejam cumpridas todas as recomendações da Direção-Geral da Saúde e das demais autoridades, e seja respeitado o dever de confinamento decretado pelo Governo.




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