Periodicidade: Diária

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O país, a crer nas notícias que vão escapando ao controle dos milhões pagos para iludir a realidade, está a ferro e fogo. Não existe nenhum sentido de responsabilidade e o sentido de estado há muito foi perdido. O povo, esse eterno culpado de todos os males, está entregue a si próprio e não responde/respeita estados de emergência pelo simples facto de já estar no último estado: o estado de “salve-se quem puder” e muito povo não pode. E como não pode, vai parar a sala de triagem onde, angustiadamente, se decide quem vive e quem vai morrer. As imagens do que vão chegando são de caos total e absoluto. Desde as filas de ambulâncias à porta das urgências hospitalares, até aos mais inacreditáveis relatos de exaustão das pessoas, que ainda assim e abnegadamente, tentam salvar o povo.


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Enquanto isso parece haver outro país e outro povo que se entretém em inusitada campanha eleitoral. Um circo onde se fala de gatos e cabras, de maquilhagem e outras palhaçadas. E também para este circo o povo é chamado. Por uns que afirmam ter o direito de pernada* (direito de que nunca prescindiram) sobre o povo e outros que agora chamam o povo como se estivessem num qualquer mercado a vender cobertores da Covilhã. E o povo farto do direito de pernada*, farto de ser culpado de tudo e de nada, cheio de frio e sobretudo medo, vai-se chegando aos vendedores de cobertores. Sempre fica mais agasalhado!

* Direito de pernada: o “direito de pernada” era o direito que o senhor feudal tinha de passar a primeira noite com as virgens que nasciam nos seus domínios.


Artigo de Opinião de Edgard Carvalho Gomes


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O primeiro-ministro, António Costa, anunciou ao final da tarde desta segunda-feira, 18 de janeiro, que vão ser reforçadas as medidas de contenção da pandemia, “apesar dos danos que possam causar na economia”, porque segundo diz "cada um tem de fazer a sua parte para que no conjunto possamos recuperar o mais rapidamente possível os níveis de segurança na sociedade".

António Costa falou em conferência de imprensa, após a reunião do Conselho de Ministros extraordinário, que decorreu por videoconferência.

Recorde-se que apenas passaram quatro dias da entrada em vigor das medidas de confinamento geral. Segundo António Costa entre sexta-feira e domingo, “registou-se uma redução da movimentação das pessoas na ordem dos 30% em relação ao mesmo período da semana anterior”, ainda assim é um resultado que considera insuficiente. Não é aceitável este movimento de pessoas continue. Impõe-se clarificar normas de restrição da circulação e alargar o quadro restritivo das medidas", declarou António Costa, reforçando que atravessamos "o momento mais grave da pandemia".

Ainda não foi revelada a data oficial da entrada em vigor das novas medidas impostas, tendo António Costa referido que “as autoridades vão apertar a fiscalização”.


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Conheça as principias medidas que irão entrar em vigor:

- Proibição de circulação entre concelhos aos fins de semana no território continental;

- Fecho dos espaços de restauração em centros comerciais, mesmo para serviço take-away;

- Proibidas campanhas de saldos e promoções;

- Proibida a venda de bebidas (incluindo cafés), ao postigo;

- Proibida a permanência em jardins:

- Trabalhadores em teletrabalho passam a precisar de credencial da entidade empregadora para puderem circularem;

- Encerramento das universidades seniores, centros de dia e de convívio;

- Supermercados e hipermercados aos fins de semana passam a encerrar às 17h00.


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Em 2020, o primeiro confinamento obrigou ao encerramento de monumentos e espaços culturais. O Castelo de Porto de Mós não foi exceção, tendo ficado de portas fechadas de 13 de março a 31 de maio. De junho a dezembro, os constrangimentos afastaram as excursões e outras visitas de grupo, os eventos e parte substancial de públicos de proveniência internacional.

O ano arrancou de forma promissora, com o número de visitas a superar largamente o registado em anos anteriores. Com 6355 visitantes, agosto de 2020 foi mesmo o mês com o valor absoluto mais elevado de que há registo. O contexto de crise sanitária determinou que a esmagadora maioria fosse de proveniência nacional. Para esta dinâmica também contribuíram as exposições fotográficas de talentos portomosenses, que despertaram a atenção dos amantes da fotografia.

Em resultado do investimento feito na diversificação da oferta, a loja do monumento registou um impressionante aumento de 94%, na faturação. Estes são os números que incentivam a continuação do trabalho desenvolvido nos últimos tempos.


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Para a Câmara de Porto de Mós é um motivo de regozijo o castelo registar uma afluência tão elevada, com um número de 19 365 visitantes, apenas suplantado em 2019, ano em que, mau grado o encerramento para obras até ao mês de abril, se registaram 19 604 visitantes. Significa isto que, desde 2015, as visitas quase duplicaram.

O novo confinamento obrigou ao encerramento da fortaleza. No entanto, vale a pena manter a atenção ao futuro próximo e, assim que possível, revisitar o castelo dos afetos portomosenses.


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