Periodicidade: Diária

7/10/2020

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O Comando Territorial de Leiria, através do Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) de Leiria, face às sucessivas denúncias de alterações de características da bacia hidrográfica dos rios Lis e Lena, lançou uma operação intitulada de “Clean Water” em fevereiro deste ano, visando fazer face às descargas diretas e indiretas de efluentes provenientes da indústria transformadora, bem como das atividades agrícolas e pecuárias, as quais apresentam bastante representatividade na região.

Nesse sentido, tem vindo a ser exercido um reforço no patrulhamento dos recursos hídricos, levando a cabo ações diárias e ininterruptas de monitorização das linhas de água nos concelhos de Leiria, Marinha Grande, Batalha e Porto de Mós, as quais possibilitaram a deteção e cessação de vários delitos ambientais. Apesar dos afluentes destes rios terem as suas margens com vegetação muito densa, tem sido implementado um modelo de patrulhamento no interior dos recursos hídricos, o que revelou a um aumento da eficácia na deteção de ilícitos, tendo-se revelado frutífero também pela sua dissuasão, motivado também por um maior número de deteções.

Para assegurar a monitorização de todas as explorações agropecuárias situadas nesta região, as explorações pecuárias existentes foram identificadas e fiscalizadas com base em denúncias e informações recolhidas, com vista à verificação do cumprimento da legislação aplicável a este tipo de atividades.


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Assim, do balanço da operação até ao momento, destaca-se o seguinte:

432 pessoas coletivas e individuais fiscalizadas;

19 infrações por más práticas relacionadas com a gestão de efluentes pecuários, dando origem a processos contraordenacionais;

Seis crimes de poluição, correspondendo a um aumento de 200% face a 2019.

Todas as descargas ilegais identificadas foram cessadas e enviados os respetivos autos de notícia às entidades competentes.


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O Município do Cadaval promove dia 18 de julho (sábado), entre as 09h00 e as 13h00, a 42.ª Colheita de Sangue do Cadaval, no edifício-sede da Junta da União de Freguesias do Cadaval e Pero Moniz. Esta sessão contará, também, com uma campanha de inscrição de dadores de medula óssea, com enfoque em ajudar o músico português DJ Magazino a recuperar de uma leucemia.

A 42.ª Colheita de Sangue do Cadaval trata-se de uma parceria da Câmara Municipal do Cadaval com o Instituto Português do Sangue e da Transplantação.

Podem dar sangue pessoas com saúde e hábitos de vida saudáveis, dos 18 aos 65 anos e peso igual ou superior a 50 kg. Numa primeira dádiva, o limite etário é de 60 anos.

Refira-se que o Município do Cadaval promove, anualmente, três campanhas de dádiva de Sangue, nos meses de março, julho e novembro. Na última colheita realizada, a 14 de março (no início do surto de Covid-19), verificaram-se apenas 17 inscrições, das quais resultaram 14 dádivas. Foram ainda, na primeira triagem (motivada pelo coronavírus) remetidos para nova sessão 10 potenciais dadores de sangue.

De referir ainda que a colheita é efetuada com todas as regras de segurança. Venha dar sangue, ajudando assim os hospitais a salvar vidas. Participe!


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Campanha de inscrição para dadores de medula óssea

Esta sessão no Cadaval incluirá uma campanha de recolha de medula óssea para ajudar o DJ Magazino (Luís Costa), músico português a quem, no final de 2019, foi diagnosticada uma leucemia crónica.

Desde essa altura que o músico está a fazer tratamentos de quimioterapia, para vencer a doença, no Instituto Português de Oncologia (IPO) em Lisboa.

Dias depois de estar internado no IPO, o artista descobriu que tinha sido infetado com o novo coronavírus, ficando com a saúde mais debilitada.

Foi nesse sentido que os amigos de Magazino lançaram uma campanha nacional de recolha de medula óssea, a qual chega agora ao Cadaval.

A inscrição no banco de dadores é feita através de uma pequena recolha de sangue. Mas para ajudar tem de ter entre 18 e 45 anos, peso mínimo de 50 quilos, altura superior a 1,50 metros, ser saudável e nunca ter recebido transfusões depois de 1980.


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Faleceu no Hospital Distrital de Santarém o Exm.º Senhor Manuel Maria Rodrigues, com 93 anos.

Era viúvo da Exm.ª Senhora Celestina Cândida Rodrigues.

Era residente na Rua Manuel Sequeira Nobre, n.º 28, Assentiz.

Em virtude da situação criada pelo COVID-19, não se realiza o habitual velório do corpo em câmara ardente.

O funeral realiza-se sábado, 11 de julho de 2020, às 19:00 horas, na Igreja de Assentiz, sendo restrito a familiares.

Logo após a celebração das cerimónias religiosas, sai o cortejo fúnebre e o corpo vai a sepultar no cemitério de Assentiz.

A família agradece, desde já, a todas as pessoas das suas relações e amizade, que se dignem acompanhá-lo à sua última morada

Deverão ser respeitadas as orientações da DGS para locais de recepção de público em geral

Obrigatório utilização de máscara / Viseira

Manter o distanciamento +- 2 mts.




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